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segunda-feira, 25 de março de 2013
Congreso de la UITP
Congresso da UITP
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quarta-feira, 20 de março de 2013
EMPREGOS VERDES : SAIBA COMO
SERÁ POSSÍVEL SEU AUMENTO
Muitos não conhecem e outros já
ouviram falar de "empregos verdes" dos quais são considerados os
motoristas de ônibus, operadores de centrais de teleatendimento, mecânicos de
automóveis entre outras
profissões, conforme define a organização
Internacional do trabalho (OIT), explica Paulo Sérgio Muçouçah,
coordenador do Programa de Trabalho Decente e Empregos do
escritório brasileiro da OIT “Qualquer ocupação que possa ter um impacto
positivo em termos de reduzir emissões de carbono e impactos
ambientais pode ser considerada um emprego verde”. Portanto, o
motorista de ônibus dá sua contribuição ao fazer com que
menos pessoas usem carros, enquanto o operador de telefonia presta atendimento
a clientes que, de outra maneira, teriam de se deslocar para usar determinado
serviço, gastando combustível. O mecânico de automóveis, por sua vez, colabora
com o meio ambiente ao aumentar a vida útil dos carros, evitando que sejam
trocados por novos. Esses devem ser valorizados e
reconhecidos no trabalho, pois a cada dia que passa os
transportes respondem por cerca de 75% do consumo de combustíveis
líquidos no Brasil, cerca de 52 milhões de toneladas equivalentes de petróleo,
e a poluição resultante tornou infernal a vida de
milhares de brasileiros que vivem em centros urbanos perante o aumento de
veículos particulares.
A poluição vem aumentando a cada
dia. Veja a baixo as consequências
que isso nos leva:
- O monóxido de carbono é o mais nocivo, causando vômitos, tontura, redução dos reflexos e da acuidade visual;
- Bronquite, pneumonia, enfisema, doenças cardiovasculares e alergias, alguns tipos de câncer relacionados ao benzeno e, em casos extremos, anencefalia (ausência ou atrofia do cérebro em recém-nascidos) em cidades com alta poluição do ar como Cubatão (SP) e Araucária (PR), até recentemente.
- O dióxido de nitrogênio causa dores de garganta, tosse, falta de ar, enfisema e alergias.
- O chumbo afeta os sistemas nervoso (convulsões e redução do aprendizado em crianças), renal, circulatório e reprodutor.
- As partículas mais grossas sujam ruas e telhados, reduzem a absorção de raios solares, diminuem a visibilidade e provocam corrosão em metais. As partículas mais finas, chamadas aerossóis, penetram o sistema respiratório, induzindo à asma e doenças do coração.
- Quando chove, esta mistura de gases e partículas é levada ao solo, rios e lagos, alterando a saúde das plantas e outros animais.
- A emissão destes poluentes relaciona-se ainda com a redução da camada de ozônio, com a chuva ácida e com o efeito estufa, todos eles motivo das piores dores de cabeça de todos os ambientalistas do planeta.
Não é brincadeira. Mas, quais
seriam as soluções?
O uso do transporte público pode
ser uma grande arma com todos os problemas levantados acima, pois sua
utilização durante toda a semana diminuiria a quantidade de veículos
particulares nas ruas e isso ajudaria muito. Ainda é fundamental o investimento do
transporte nas
cidades e isso deve ser pensado por todos. O transporte público, conforme defende
a UITP no seu PTx2 (dobrar a cota de transporte público de qualidade) pode:
- Dobrar o transporte público de
qualidade até 2025
- Mover a economia
- Ajudar o planeta a respirar
- Levar todos, a todos os
lugares e aliviar o transito e o stress nas grandes cidades.
Com isso, conforme
estudos realizados,com OS
EMPREGOS VERDES (trabalhadores do
transporte público) poderão DUPLICAR EM 2025 (considerando um
aumento de produtividade aproximada de 1% ao ano), o que representa 14
MILHÕES DE EMPREGOS nessa área. Além de REDUZIR o risco de OBSIDADE
e DOENÇAS CRÔNICAS EM 50% .
Vamos lá, isso depende de nós
também. Quer melhorar o mundo? Comece por você.
terça-feira, 19 de março de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
PAPA E O TRANSPORTE PUBLICO
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Fernando
de Caires - UITP - TEL. 55 11 3371 2295
latinamerica@uitp.org |
quarta-feira, 13 de março de 2013
UITP invita las ciudades a ganaren con el transporte público (ENG)
UITP calls upon cities to ‘Grow with Public Transport’
Brussels, 12 March
2013
The
International Association of Public Transport (UITP) will call on cities across
the world to invest in public transport to revitalise economies and liberate
cities from congestion at the 60th UITP World Congress in Geneva
(26-30 May 2013).
UITP launched a sector-wide objective at
its 2009 World Congress in Vienna to double the market share of public
transport worldwide by 2025. The Grow
with Public Transport campaign supports this strategy and the Geneva World
Congress will be an opportunity to learn about the most innovative examples of
what is being done around the world to boost the quality and quantity of public
transport.
Future
mobility
UITP has developed urban mobility scenarios
for 2025 with the International Energy Agency (IEA) highlighting the urgent
need for more and better public transport. “By 2025, 60% of the world’s
population will live in urban areas and the number of trips in these areas is
projected to increase by 50% from 2005 levels,” commented Alain Flausch, UITP Secretary General.
Cities represent around 80% of the world’s
economic output, with those cities investing in public transport gaining a
competitive advantage in greater connectivity, job creation and in spurring new
business.
“Doubling
public transport’s market share by 2025 means tripling the number of trips
made by public transport. This would lead to a 25% decrease in urban transport
GHG emissions per capita between 2005 and 2025,” Mr. Flausch added.
“Despite the massive increase in trips this
would enable the stabilisation of urban transport energy consumption at the
same time creating 7 million new green jobs at public transport operating
companies”.
Greater public transport patronage would also mean 60,000 fewer urban traffic fatalities per year as well as healthier lifestyles thanks to the 30 minutes of daily physical exercise by sustainable urban mobility.
Grow with Public
Transport International AwardsThe hand-over of the inaugural Grow with Public Transport Awards will take place at the Opening Ceremony of the UITP World Congress in Geneva (26-30 May 2013).
The Awards received 240 applications from 43 countries and will
recognise the efforts of mobility stakeholders working hard to increase
public transport usage and improve services through innovation. A special
award will be handed over to political decision-makers who have demonstrated
exceptional commitment to growing public transport. http://growpublictransport.org/
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For more details and to register as a press/media
delegate: www.uitpgeneva2013.org
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Contact:
UITP – Andrew Canning, Press & Media
Manager, +32 2 663
66 38 / andrew.canning@uitp.org
The International Association of Public Transport (UITP) is the international network for public transport authorities and operators, policy decision-makers, scientific institutes and the public transport supply and service industry. It is a platform for worldwide cooperation, business development and the sharing of know-how between its 3,400 members from 92 countries. UITP is the global advocate of public transport and sustainable mobility, and the promoter of innovations in the sector. Visit our website www.uitp.org
The International Association of Public Transport (UITP) is the international network for public transport authorities and operators, policy decision-makers, scientific institutes and the public transport supply and service industry. It is a platform for worldwide cooperation, business development and the sharing of know-how between its 3,400 members from 92 countries. UITP is the global advocate of public transport and sustainable mobility, and the promoter of innovations in the sector. Visit our website www.uitp.org
TPG –
Philippe Anhorn, Head of Communications and Public Affairs, +41 79 212 83 89/ anhorn.philippe@tpg.ch
Geneva Public
Transport (TPG) is the benchmark public transport operator in the Geneva
region. Its objective is to contribute to the management of mobility in the
region, proposing a quality service with respect for sustainable development.
In serving the community, TPG aims for excellence in all of its activities. TPG
works within the framework of a contract allowance, negotiated every four years
with the State of Geneva.
Swiss Association of Public Transport
(APT) is the national umbrella organisation of public transport companies. It
counts 143 passenger and freight traffic
companies, 11 associated members who directly participate in the making of
public transport and 178 commercial and industrial companies as amicable
members. APT has (amongst others) the following duties: to represent its
members’ shared interest in relation to politicians, authorities and third
parties; to inform the public and authorities about the importance and the
concerns of public transport; to organise the formation of opinion within the
public transport sector and to promote training and further education of employees of all levels.
Argentina: Metrobús, una solución y varios conflictos
Las obras del Metrobus en la avenida 9 de Julio han provocado hasta ahora más discusiones, conflictos y disgustos que el deseado consenso ante una propuesta en firme para solucionar el cada día más caótico tránsito vehicular porteño .
Después del éxito obtenido en 2011 con esa modalidad de transporte colectivo en la avenida Juan B. Justo, con alta satisfacción de los pasajeros, era lógico que el gobierno de la ciudad apostara a la expansión de este sistema en distintos tramos, de manera de conformar en un plazo razonable un corredor que permita unir la Capital de punta a punta. Sin embargo, el apoyo ciudadano no sólo no llegó, sino que, por el contrario, el rechazo más manifiesto apareció ante un tema no esperado, como fue la poda y el traslado de cientos de especies arbóreas de su actual emplazamiento en las áreas verdes de la avenida 9 de Julio.
Después, los acontecimientos siguieron lo que parece haberse transformado en el único camino posible para resolver cualquier tema ciudadano en Buenos Aires: una presentación ante la justicia porteña (realizada por el referente del Partido Social y ex legislador, Facundo Di Filippo, contra "la tala de árboles y quita de espacios verdes"), y la consecuente medida cautelar -en este caso, por parte del juez en lo Contencioso Administrativo y Tributario Guillermo Schleiber- por la que se obligó al gobierno de la ciudad a suspender toda actividad que implique poda, trasplante o remoción de árboles afectados por las obras del Metrobus, independientemente de que la pavimentación continúe.
La administración Macri -que insiste en que los trabajos estarán finalizados en julio próximo-solicitó "el levantamiento" de la medida cautelar y presentó un escrito "de 22 carillas, con documentación respaldatoria de cuatro mil hojas", y un informe "detallado árbol por árbol".
Pronto, el conflicto cobró más importancia cuando, la semana pasada, la Presidenta se sumó a la polémica por la poda de árboles y, desde El Calafate y sin nombrar al jefe de gobierno porteño, Mauricio Macri, opinó que "los árboles son sagrados, no se tocan" aunque se realice una obra pública. El jefe de gabinete porteño, Horacio Rodríguez Larreta, por Twitter, se preguntó si la Presidenta sabría que se están transplantando "muchos árboles dentro de la misma traza y otros en plazas cercanas" y que "al final de la obra, la 9 de Julio tendrá 500 árboles más de los que tiene ahora". Finalmente, la discusión creció tanto que terminó por abarcar desde el predio de Tecnópolis -donde se habría realizado un desmonte- hasta una referencia al incumplimiento de la ley de bosques, sancionada en 2007, porque no se giran los fondos y la deforestación sigue siendo elevada.
Sin embargo, por detrás de estos cruces (realmente, chicanas) interesados, de los principales dirigentes políticos -estamos en un año electoral, no lo olvidemos- y de las acciones desarrolladas por los vecinos y las organizaciones ambientalistas y de protección del patrimonio cultural y natural, se debería prestar atención a lo que sigue siendo de importancia vital. Ha habido un cambio de paradigma fundamental en el mundo: hoy las políticas públicas tienden a desplazar al auto particular como medio de locomoción principal y predilecto, para dar prioridad a medidas pensadas para el transporte masivo, que traslada mayor cantidad de gente de manera más eficiente.
Este planteo ha dado como resultado, en los últimos años, en nuestra ciudad, el diseño de vías preferenciales para ómnibus y taxis en las avenidas -como se recordará, en las avenidas Córdoba, Entre Ríos y Callao, Santa Fe, Jujuy y Pueyrredón, Las Heras, Garay y Triunvirato, que, en promedio, permitieron ahorrar 15 horas por año de viaje-, y el mismo criterio fundamentó el lanzamiento del Metrobus, que debutó por carriles centrales de Juan B. Justo y redujo un 40 por ciento la duración del trayecto entre Liniers y Palermo.
Sin embargo, la elección del Metrobus en la 9 de Julio suma críticas que no sólo llegan desde el sector de los políticos opositores y los ambientalistas; para algunos especialistas en transporte urbano se estaría más ante un "parche" y no el sistema integrado de transporte que necesita el área metropolitana. Sobre todo porque Buenos Aires creció con sistemas de transporte como el subterráneo y el ferrocarril cuando su población llegaba a los 3 millones de habitantes, y hoy hay que transportar a 13 millones. Otro razonamiento de los que consideran que el Metrobus de 9 de Julio es un error es que no está pensado coordinadamente con el subte, cuando lo correcto sería incorporar más coches a la ya existente línea C, para aumentar su capacidad y el confort de los usuarios, y la transferencia de pasajeros de un metro eléctrico a buses diésel de baja performance sería un paso en contra de un entorno más habitable y sustentable. Por fin, otra objeción importante -que coincide también con los reclamos de conservación del patrimonio paisajístico- es que la avenida se convertirá en una ruidosa arteria de 22 carriles, y perderá las características medioambientales y paisajísticas que la han hecho única en el mundo.
Evidentemente, todo plan es susceptible de sufrir correcciones sobre la marcha, y eso podría ocurrir con el que lleva adelante hasta ahora el gobierno de la ciudad de Buenos Aires, si existe una instancia posible de discutir de buena fe las propuestas o soluciones de otros sectores, de modo que ni la ciudad pierda su patrimonio cultural ni se ceda la posibilidad de hacer un uso adecuado de la tecnología a su alcance y de los recursos públicos. Aún se está a tiempo
Fuente: http://www.lanacion.com.ar/1557337-metrobus-una-solucion-y-varios-conflictos
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