quinta-feira, 26 de maio de 2011

Demanda por trem cresce 150%

25/05/2011 - Agência Brasil

Os engarrafamentos nas grandes cidades estão fazendo com que trens e metrôs sejam vistos como sistemas mais atraentes de deslocamento. Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgada nesta quarta-feira, 25, mostra que a demanda por trens nos principais centros urbanos do país cresceu 150% nos últimos dez anos. No caso do metrô, crescimento de 54% na década.

O número de passageiros transportados pelos trens gerenciados pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) aumentou mais de 63% desde 1999 em Belo Horizonte, Recife, Natal, João Pessoa e Maceió. O mesmo estudo mostra que os trabalhadores dessas cidades gastam, em média, 2 horas para fazer o trajeto casa-trabalho-casa de ônibus ou de carro.

O problema é que os sistemas de trem e metrô estão presentes em apenas 13 regiões metropolitanas e têm se expandido em ritmo lento. A malha viária foi expandida em 26,5% enquanto o metrô ampliou a extensão das linhas em apenas 8% nos últimos dez anos.

Com exceção de São Paulo e Rio de Janeiro, a participação desses dois meios de transporte nas cidades onde operam é muito pequena se comparada a dos ônibus, devido a menor capilaridade e à pouca quantidade de vagões em operação, abaixo da necessária. A falta de alternativas de transporte público, associada ao aumento da renda do brasileiro, fizeram a venda de carros e motos crescer 9% ao ano na última década, aumentando os congestionamentos, a poluição e o número de acidentes de trânsito.

O coordenador da pesquisa, Carlos Henrique Ribeiro de Carvalho, explicou que, sem investimentos a fundo perdido e políticas públicas de mobilidade urbana por parte do governo federal, será muito difícil atender à demanda que não para de crescer. "Existem investimentos estruturantes, como linhas de metrô e corredores de transporte urbano, que só o governo pode fazer, pois, para a iniciativa privada, ficaria inviável. Além disso, é importante desenvolver planos de transporte urbano integrados para as grandes cidades, para garantir um sistema de transporte inclusivo", disse o economista. Ele acrescentou que, se não houver investimento imediato para solucionar a questão da mobilidade urbana, o futuro das cidades brasileiras estará comprometido.

A pesquisa chama a atenção para a ausência de um modelo regulatório para o transporte público e de instrumentos jurídicos em alguns municípios para melhor controle do sistema por parte do Poder Público.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Criciúma amanheceu com uma novidade em seu transporte coletivo.

Criciúma amanheceu com uma novidade em seu transporte coletivo. Entrou em operação neste domingo a nova frota de ônibus apresentada recentemente pela ACTU, fruto de investimento conjunto das empresas que exploram o setor. São 24 coletivos entre os amarelinhos, que fazem a união entre os três terminais, e os brancos, que conduzem os passageiros para os bairros.


No interior dos veículos, é possível visualizar as diferenças antecipadas. Entre elas, no setor de embarque e desembarque nos terminais passaram a ser disponibilizadas duas portas, em vez das três que antes existiam. Os ônibus ganharam também espaço específico para os cadeirantes, próximo à porta traseira.

Câmeras de vigilância são visíveis no teto, tanto no fundo do ônibus quanto na altura dos cobradores, próximo à catraca. A ventilação melhorou, com mais janelas abertas.


Fonte: http://www.engeplus.com.br/noticias/31609,Novos-onibus-comecam-a-circular.html

Rio interliga maior ciclovia da cidade

Foi entregue neste domingo (22) aquela que é considerada pela Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro a maior ciclovia do município, na Zona Oeste. Cerca de 22 km foram integrados a trechos já existentes. Agora, a ciclovia passa a ter um total de quase 42 km, interligando vários bairros como Bangu, Campo Grande, Inhoaíba, Cosmos, Paciência e Santa Cuz. Com investimento de aproximadamente R$ 20 milhões, o projeto vai beneficiar 1,7 milhão de pessoas. A inauguração aconteceu com a presença do prefeito Eduardo Paes.


Cerca de 53% dos moradores daquelas regiões utilizam a bicicleta como meio de transporte para ir ao trabalho ou escola e 75% das pessoas que precisam de dois meios de transporte para chegar ao serviço, usam o veículo como opção de integração. Durante a inauguração, acompanhado de autoridades municipais, o prefeito falou sobre a importância dessa obra para a qualidade de vida dos moradores:

"Essa é a área da cidade em que as pessoas mais se deslocam de bicicleta como meio de transporte complementar e com essa obra estamos conectando Bangu a Santa Cruz. As pessoas vão poder aproveitar muito esse espaço, seja para trabalhar ou para lazer, e ainda ter mais qualidade de vida", disse.

Ao todo foram construídos três novos trechos. O primeiro deles liga a já existente ciclovia Bangu-Campo Grande (10 km) à estação de trem de Campo Grande. De lá, foi feita uma extensão até a Ciclovia Alfredo Del Cima. O segundo trecho margeia a Supervia por 14 km, passando por cinco estações de trem (Paciência, Cosmos, Benjamin do Monte, Inhoaíba, Tancredo Neves), terminando na de Santa Cruz. Do centro do bairro, parte o último trecho até a Companhia Siderúrgica do Atlântico/CSA (distrito industrial de Santa Cruz), cruzando toda a reta João XXIII - limite com o município de Itaguaí.

Toda a extensão da obra recebeu um tratamento urbanístico, com paisagismo e ampla arborização com cerca de 52 mil mudas de árvores (cassia, pau ferro, cajueiro, palmeira, pata de vaca, paineira, entre outras), vegetação e plantas ornamentais (pingo de ouro, lantana, hibisco, etc) que foram plantadas ao longo da via; além da colocação de mobiliário urbano novo como as mil vagas em bicicletários nas proximidades de escolas, estações de trens e no Terminal Rodoviário de Campo Grande.

Na nova ciclovia também foram instalados 38 postes solares (energia limpa), que absorvem a luz do sol que é convertida em energia elétrica. Esta fonte energética tem possibilidade de combater o aquecimento global, porque evita a emissão de carbono e a escassez de recursos naturais de fontes não renováveis. A mão-de-obra contratada foi formada com 70% de moradores dos bairros da região.

Fonte Agencia Rio: http://www.agenciario.com/materia.asp?cod=93417

Venezuela: Dos nuevos trenes del Metro de Caracas están ya en el país

Caracas.- La semana pasada arribaron a Puerto Cabello, estado Carabobo, los 14 vagones que conforman dos nuevos trenes para la línea 1 del Metro de Caracas, con lo que llegan a cuatro los trenes de nueva tecnología que están en el país.




La información fue confirmada este viernes por el ministro del Poder Popular para Transporte y Comunicaciones, Francisco Garcés.

Dos de los vagones están ya en el patio de trenes de Las Adjuntas, en la capital venezolana, y se prevé que cerca de las 2:00 de la tarde de este viernes lleguen dos más, de acuerdo con la información que se maneja en la compañía anónima Metro de Caracas.

De esta manera, para el próximo viernes 27 de mayo, deben estar formados los dos trenes en los talleres del subterráneo capitalino.

Se prevé que a mediados de junio arriben dos trenes más, y así sucesivamente.

El Metro de Caracas adquirió un total de 48 trenes al consorcio español CAF para sustituir la flota de la línea 1, la más antigua en operaciones, con 28 años de servicio. Se prevé que la totalidad de las unidades esté en funcionamiento para el año 2012.

Los nuevos trenes tienen la capacidad de cargar 236 personas más que los actuales, aunque tienen prácticamente las mismas dimensiones. Esto se debe a la distribución de sus asientos (de forma lateral y no transversal, como los que se usan hoy en día en el sistema) y a que la unión de cada vagón, tipo acordeón, permite atravesar el tren de un extremo al otro.

El tren actual puede soportar hasta 1.940 pasajeros, entre sentados y parados, a razón de ocho personas por metro cuadrado. Los nuevos pueden cargar 2.176 individuos.

Cada vagón de los actuales tiene una capacidad de 282 personas, mientras que los llamados vagones líderes (los que tienen la cabina del conductor) pueden trasladar a 265 pasajeros. Los vagones nuevos pueden cargar a 318 personas y los líderes, a 293.





Los trenes tienen casi las mismas medidas: 150 metros de longitud, y son apenas cinco centímetros más angostos que los actuales. Esto obedece a la disposición de las puertas, que en los nuevos se desplazan por fuera, y en los actuales lo hacen internamente. En cuanto a la altura, son 10 centímetros más bajos, con 2,10 metros.

En general, se estima un incremento de 30% en la capacidad de traslado, cuando se incorpore la totalidad de la nueva flota y se haya completado el plan de rehabilitación integral de la Línea 1, que incluye la vía férrea y el sistema de pilotaje, entre otros aspectos.

Este proyecto, activado en 2010, supone una inversión de casi 400 millones de bolívares, según ha señalado el ministro del Poder Popular para Transporte y Comunicaciones, Francisco Garcés.

El primer tren nuevo está en el país desde diciembre pasado, y es sometido a todas las pruebas necesarias para garantizar su operatividad plena. En marzo, llegó el segundo tren nuevo.

Hoy en día, hay 42 trenes en funcionamiento en la linea 1 del Metro de Caracas, un sistema de transporte que moviliza a casi dos millones de personas a diario.




(AVN - Venezuela - 20/05/2011)

Mexico: Se moderniza Ferromex con nuevos trenes

Chihuahua.- La empresa Ferromex moderniza e incrementa su flota de trenes. Este mes comenzó a recibir las primeras locomotoras nuevas de un paquete de 44 unidades de 4,330 HP (caballos de fuerza), diésel/eléctricas, en las que invierte 93 millones de dólares.

De acuerdo con análisis comparativos de la empresa, el uso del ferrocarril es tres veces más eficiente en el uso de combustible que el camión de carga, pues reducen en un 75% las emisiones de gases de efecto invernadero.

La integración de estas locomotoras de última generación permitirá incentivar el uso del ferrocarril. Dependiendo de la mercancía y la distancia recorrida, el transporte de carga por ferrocarril puede emitir hasta 5.5 veces menos dióxido de carbono que si se mueve el mismo flete por camión

Las locomotoras que comenzaron a llegar a Ferromex también revolucionarán a la industria debido a su capacidad de combinación para arrastre de trenes más extensos y realizar formaciones de convoyes de más de 14 mil toneladas de peso y 120 carros, gracias a la integración de máquinas adelante y en medio y con ello lograr trenes de grandes dimensiones y de mayor capacidad.

Las 44 locomotoras se incorporarán a las 175 unidades de 4,400 HP de corriente alterna totalmente nuevas que Ferromex ha adquirido desde su concesión y que forman parte de las 597, que en breve conformará su flota tractiva, lo cual ha permitido desde 1999 hasta 2011, la movilización de trenes más pesados y más largos y para incrementar la seguridad en territorios con pendientes ascendentes y pronunciada curvatura.

Conforme a la programación de llegadas, en mayo se suman a la flota los primeros 17 equipos, 13 en junio y las 14 unidades restantes en julio, procedentes de Canadá con una escala en Chicago, EU, donde se incorporan como la fuerza motriz de convoyes con destino a México, a través de las redes ferroviarias de Burligton Northen Santa Fe (BNSF) y del Union Pacific (UP), para continuar después por las líneas y territorios de Ferromex.

"Se trata de locomotoras con potencias y capacidades de arrastre para formar trenes más largos, que generalmente corren de norte al sur viniendo de los Estados Unidos y que también tienen tránsitos a la inversa, lo que beneficia las operaciones, debido a la demanda de trenes muy largos en ese país", señaló Juan Manuel Soler, director de Mantenimiento de Recursos Operativos de Ferromex.

Las nuevas unidades modelo SD70ACe, fueron manufacturadas por el fabricante de locomotoras Electromotiv (EMD), con tecnología ecológica que reduce la emisión de contaminantes en cumplimiento a las normas establecidas por la Environmental Protection Agency de los EU (EPA, por sus siglas en inglés).

Estos equipos fueron adquiridos por la empresa como una respuesta al crecimiento del mercado de fletes esperado para este 2011, mismos que se integrarán en los tráficos por sus 8 mil 110 kilómetros de vías, con mejores rendimientos operativos por sus 4,330 HP, 200 toneladas de peso y seis ejes motrices, lo cual se traduce en una mayor confiabilidad de desempeño, por ser menos agresivas con las vías al contar con un sistema que permite inscribirse en las curvas con mayor seguridad y con motores tractivos de corriente eléctrica alterna (AC), que les brinda mayor capacidad de arrastre.



(oem.Com - mexico - 20/05/2011)

Chile: Metro redujo en un 25% los delitos al interior de sus estaciones

Según la empresa, en lo que va del año se recibe menos de una denuncia al día, gracias a las medidas de seguridad implementadas en el tren subterráneo



La empresa Metro indicó este miércoles que se redujo en un 25% el número de los delitos cometidos al interior de las estaciones de la red de transporte subterráneo, en lo que va del año.

Según estimaciones, en 2011 la tasa de delitos llega a 0,41 por millón de personas transportadas, lo que se traduce en que en toda la red de Metro se denuncia menos un ilícito al día, considerando que cada jornada se movilizan más de 2 millones de personas por este medio.

"Estas cifras son el reflejo de nuestra política de 'Tolerancia Cero' para combatir las acciones que afectan a la seguridad de los pasajeros al interior de trenes y estaciones. Pero esta es una acción que debe ser sostenida en el tiempo, paro cuyo éxito necesitamos también la colaboración de todos nuestros usuarios", señaló el presidente de Metro, Raphael Bergoeing.

Dentro de las medidas implementadas por la empresa, se encuentra el personal destinado a seguridad el que supera las mil personas, entre guardias uniformados y civiles, que trabajan durante todo el horario de servicio.

Asimismo, durante los últimos dos años se ha invertido más de 9 mil millones de pesos para la gestión de seguridad de toda la red.

También, Metro cuenta con más de mil cámaras de seguridad y en los últimos años se destinaron 8 mil millones de pesos para reemplazar las existentes por unas de última tecnología, en las 51 estaciones principales del tren subterráneo.

Además, existe una coordinación constante entre la empresa con Carabineros y la PDI, quines actúan principalmente durante actividades de alta convocatoria.


ASISTENCIA LEGAL

El presidente de Metro, precisó que todos los usuarios que se ven afectados por algún delito cuentan con asistencia legal gratuita, lo que ha permitido lograr que en tribunales en los últimos 9 meses se hayan conseguido 62 condenas, 12 de ellas con resultado de prisión efectiva.

Además, precisó que existe un sistema de acompañamiento traslado y escolta personal de seguridad a la víctima del delito, desde el domicilio o lugar de trabajo hacia tribunales o viceversa.

(La Tercera - 20/05/2011)

sexta-feira, 20 de maio de 2011


GOBIERNO SUSCRIBE MEMORANDO DE ENTENDIMIENTO PARA ESTUDIO DE FERROCARRIL INTEROCEÁNICO



Presidente Lobo Sosa
Con la firma del memorando, el Mandatario Lobo Sosa, evidencia su interés de llevar a cabo mega proyectos que signifiquen el despegue económico de la nación.
El Presidente Porfirio Lobo Sosa y el representante del consorcio inglés K GROUP INC, Salim Khaireddine, firmaron este martes, en Consejo de Ministros, un memorando de entendimiento para realizar los estudios de factibilidad del proyecto del ferrocarril interoceánico en el país que cubrirá el corredor entre Amapala en el Pacífico y Puerto Castilla en el Caribe.
La línea férrea  tiene contemplada comunicar al Puerto de Castilla con Amapala, lo que podría generar la llegada de grandes embarcaciones a esa zona, generando el incremento sustancial en las importaciones y exportaciones, así como en la generación de empleo.
En ese contexto, el comisionado presidencial de Gestión de Proyectos, Mauro Membreño, explicó que la firma de ese convenio con la firma inglesa, representa el seguimiento de la política del Gobierno del Presidente Lobo Sosa de soñar con el desarrollo de Honduras.
Explicó que la suscripción del memorando de entendimiento con la empresa K GROUP INC, consiste en la realización de los estudios técnicos durante un año. Luego se podrá buscar el financiamiento  para la construcción del ferrocarril de alta velocidad que unirá a Puerto Castilla (en el Atlántico), con Amapala (en el Pacífico).
Pormenorizó que al desarrollar ese mega proyecto en dos de las zonas históricamente postergadas de Honduras, se creará una gran cantidad de empleos, pondrá al país en el mapa del mundo y facilitará la llegada de capital extranjero, al tener sus grupos empresariales en ese corredor.
Asimismo, añadió que se logrará el incremento en la importación y exportación de mercaderías provenientes de los países ubicados en el Atlántico y en el Pacifico.
“Al concretarse la construcción de ese proyecto será un paso gigantesco en el desarrollo de la economía de Honduras”, confió.
Amplió que el compromiso del Gobierno de la República es únicamente brindar el apoyo logístico y humano, a ese grupo inglés.
Ahondó que si los estudios técnicos y económicos son factibles, se firmaría un contrato con el Gobierno de Honduras para la ejecución de la obra.
Membreño dijo que el ferrocarril interoceánico se desplazará por los departamentos de Valle, Choluteca, El Paraíso, Olancho y Colón.
Cabe mencionar que el interés de la empresa inglesa se debe a la apertura del país al mundo, con  la reciente realización de “Honduras Is Open For Business” (Honduras Abierta a los Negocios).